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O perigo da zona de conforto

Olá amigos!

Frequentemente no vemos diante de situações que nos deixam inquietos, nos obrigando a pensar em uma forma de resolvê-las. Estas situações podem ser simples, como uma chuva que cai bem no dia que marcamos um passeio no parque com amigos, ou podem ser mais delicadas, como um problema de saúde que nos põe, ou alguém que amamos, em risco de vida.

As circunstâncias se apresentam com as mais variadas formas e intensidades. Isto faz parte de estar vivo: correr riscos o tempo todo e encontrar uma forma de, senão superá-los, pelo menos aprender a viver harmonicamente com eles.

Estou falando aqui da “zona de conforto”, que, por mais confortável que pareça, é um tanto nociva. Afinal, na hora que decidimos nos agarrar à completa estabilidade de uma situação e negamos as mudanças, vamos completamente contra uma das características mais marcantes da vida: a mutabilidade.

Vamos pensar em alguns dos maiores progressos e invenções, sem os quais não vivemos mais: o livro, o voto feminino e a educação para todos. Quando eles foram sugeridos, foram duramente criticados. Muitas pessoas, inclusive, tiveram que dar a suas vidas para defender as suas ideias tidas como revolucionárias.

Esta resistência ao novo é a resistência de sair da zona de conforto. Porém, se olharmos para as nossas e vidas e nos fizermos a seguinte pergunta “De quantas zonas de conforto eu já saí para chegar aonde cheguei?”, tenho certeza que vamos colecionar inúmeras vitórias!

Por isto, acho muito bem colocada a frase do Henry Ford: “Não existe ninguém em lugar algum que não seja capaz de fazer mais do que pensa que pode.”

Não quero dizer que precisamos sair por aí pensando em inventar foguetes ou nos teletransportar ao futuro. Porém, nos menores detalhes das nossas vidas temos, diariamente, a oportunidade de nos desafiarmos a evoluir.

Pergunte-se: “Qual zona de conforto está impedindo que eu me desenvolva com plenitude? E, buscando inspiração nas tantas vitórias que você certamente já conquistou, arrisque, mais uma vez, ser feliz!

Grande abraço!

Rafael Pompeo

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